Perguntas frequentes
Instituto do Climatério e Menopausa
Sabemos que as dúvidas podem surgir ao longo da jornada de saúde. No Instituto do Climatério e Menopausa do Hospital Moriah, reunimos respostas às perguntas mais comuns que nossos pacientes compartilham conosco. Explore este guia informativo para saber mais e iniciar em sua jornada com confiança.
A menopausa é o marco da última menstruação. Por sua vez, a perimenopausa, ou climatério, é o período de transição entre a fase reprodutiva e não reprodutiva da mulher, tendo início antes da menopausa e se estendendo após esse evento.
Não. Ela também pode impactar emoções, autoestima e relacionamentos. O suporte psicológico pode ser um aliado importante.
Não diretamente. No entanto, alterações hormonais podem aumentar a vulnerabilidade a sintomas como ansiedade, irritabilidade e tristeza. O acompanhamento médico é essencial.
Os sintomas, assim como a intensidade destes, variam muito de mulher para mulher. Além das ondas de calor e das alterações de humor, suores noturnos, insônia, ressecamento vaginal e diminuição da libido também podem marcar o climatério e a menopausa. Um ginecologista especializado pode acompanhar e tratar todos esses sintomas.
Errado! O acompanhamento ginecológico é fundamental durante toda a vida da mulher, inclusive após o fim da sua fase reprodutiva. Além das questões hormonais, o ginecologista também monitora a saúde dos ovários, útero e mamas, osteoporose e doenças cardiovasculares.
Sim. A queda do estrogênio aumenta o risco de osteoporose. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental. Este profissional avaliará a necessidade da reposição de cálcio e vitamina D, e poderá orientar a mulher sobre a importância da prática de exercícios físicos e alimentação balanceada.
Sim. Com a redução do estrogênio, há maior risco de hipertensão, colesterol alto e doenças cardíacas. Por isso, é essencial manter o acompanhamento com o seu médico de confiança.
Não necessariamente. Durante essa fase, o metabolismo da mulher pode ficar mais lento. No entanto, uma alimentação equilibrada e prática regular de atividade física regular ajudam no controle do peso.
Não. A reposição hormonal é indicada para os casos em que os sintomas são intensos e afetam a qualidade de vida. A decisão deve ser individualizada e avaliada junto ao médico.
A reposição hormonal, assim como qualquer tratamento, apresenta riscos e benefícios. Cabe ao médico avaliar o histórico de cada paciente e decidir qual é a melhor conduta para cada caso.
Algumas mulheres podem se beneficiar de tratamentos não hormonais, como fitoterápicos, mudanças no estilo de vida, medicamentos específicos e terapias como o laser íntimo.
É um tratamento que utiliza laser para melhorar sintomas como ressecamento vaginal, dor na relação sexual e perda urinária leve, promovendo mais conforto e qualidade de vida.
Nesta fase, algumas mulheres podem relatar desconfortos como ressecamento e dor. No entanto, com tratamento adequado (lubrificantes, reposição hormonal local, laserterapia, etc.), a vida sexual pode continuar ativa e saudável.
Por que algumas mulheres relatam dificuldades em segurar o xixi durante a perimenopausa / menopausa?
A incontinência urinária pode aparecer por conta de mudanças naturais do envelhecimento ou até por conta da queda dos níveis de estrogênio. A fisioterapia pélvica é a chave para o fortalecimento do assoalho pélvico. A prática de exercícios físicos, bem como o cuidado em manter o peso ideal, também são boas medidas de precaução.
Que não importa quão incômodos sejam os sintomas, há sempre formas de acompanhamento e tratamento. O mais importante é buscar ajuda médica e não enfrentar esse período sozinha.
Comece por aqui
Próximos passos da sua jornada
Comece sua jornada no Instituto do Climatério e Menopausa do Hospital Moriah.

